Fundação V: Strange Worlds

As Sombras de Cathay I
Uma Aventura na Londres Vitoriana

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Dover

Sob uma pesada chuva, a Fundação Vennick persegue uma carruagem em uma estrada sobre os penhascos de Dover.

Um bote a remo se aproxima da praia. O nevoeiro impede que se veja o navio de onde ele partiu.

A missão da Fundação é salvar o Almirante Robert Wilkson que foi sequestrado por assaltantes misteriosos. Oito homens a cavalo protegem a carruagem.

Os membros da Fundação lutam contra os chineses e resgatam o prisioneiro sequestrado, mas encontram também duas arcas cheias de ouro com marcas misteriosas de um dragão engolindo o que parece ser um círculo.


Londres

O Almirante Wilkson foi um governador de Hong Kong e foi acusado de corrupção. Entretanto a riqueza que ele adquiriu no levante permitiu comprar um título de nobreza e um lugar de importância na sociedade londrina.

Ele confessa que, durante a Rebelião Taipeng, participou de uma trama para atacar uma caravana chinesa. Um pirata chamado Drake descobrira que os chineses estavam transportando uma enorme quantidade de ouro pelo interior da China. A caravana se dirigia para a cidade de Yian.

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Junto com o coronel Charles Clinton, um comandante de um regimento de cavalaria inglesa, eles lideraram uma força militar que navegou pelo Rio Amarelo e emboscou a caravana.

O Almirante lembra que uma mulher que estava na caravana avisou que o ouro pertencia a Yue-Lao e que os ladrões do ouro seriam amaldiçoados. O ouro foi dividido entre os três e levado de volta para a Inglaterra.

Drake é um comerciante com fama de contrabandista e até de pirata. Ele tem um armazém no cais do porto. O Coronel Clinton se retirou para o interior após um escandá-lo com uma empregada.

Trevor resolve procurar Robert Drake, que mora em Londres, pois este pode estar em perigo.


No cais do porto de Londres, eles encontram a Casa de Comércio de Robert Drake. Um dos seus homens diz que o chefe está em seu escritório… uma taverna na beira do porto chamada DragonEye. Lá dentro, Trevor, Glades e Mirian encontram Drake assistindo uma luta de boxe.

Drake não esconde que participou da trama do roubo do ouro chinês. Ele lembra que uma mulher que fora morta por Clinton dissera que eles seriam punidos por roubar o ouro de Yue-Lao e dos feiticeiros Kuei-Yuin. Ele ri e diz que não acredita em feitiçaria, apenas na lâmina de espadas e no poder de uma bala. E que estava protegido por seus homens e seria necessário um exército de chineses para atacá-lo e pegar o ouro de volta.

Nesse momento as portas se abrem com um estrondo de vento e chuva e cinquenta chineses armados com espadas entram no salão da DragonEye.


Enquanto isso, Lili Wong entrava no bairro chinês em Limehouse, perto das docas ao sul de Londres em busca de pista sobre os sequestradores chineses e sobre o misterioso Yue-Lao.

Ela encontra uma velha adivinha chinesa que confirma que Yue-Lao está em Londres ou abaixo de Londres e que é muito perigoso. A velha chinesa fala sobre a Cidade de Yian, em que o grande rio amarelo corre sob as mil pontes, o ar ressoa com a música dos sinos de prata e os jardins tem o cheiro doce do jasmin. Yian fica além dos sete oceanos e além do rio que é mais longo que a distância entre a terra e a lua, no planalto das Sombras de Cathay, depois das Montanhas da Morte, cujos picos são mais altos que o ar respirável. E que é governada pelos Feiticeiros Kuei-Yuin e que, dentre eles, o mais poderoso é Yue-Lao, o Fazedor de Luas. E que Yue-Lao corrompeu os antigos espíritos da China para criar o Xin, um monstro abominável e seu poder é absoluto em Yian.

Lili pergunta como pode achar Yue-Lao e a velha responde que um enigmático chinês chamado Yu Pan, que tem uma casa de ópio em Limehouse, é o intermediário de Yue-Lao e dos Feiticeiros Kuei-Yuin em Londres.

Lili Wong visita o antro de ópio chamado “Pequena Flor-de-lótus de Paris” e encontra Yu-Pan, protegido por um enorme guarda-costas chinês que mais parece um gigante. Lili diz que seu mestre quer adquirir uma grande quantidade de ópio. Yu-Pan sorri e avisa enigmático: “Cuidado com o gigante atrás de você”.

Ao retornar para as docas para encontrar Trevor, Lili vê o chinês enorme, um velho e uma mulher desembarcarem de um barco a remo no cais em frente à DrangonEye, liderando um grupo de mais de cinquenta chineses armados. Eles seguem até a taverna e a invadem.

Lili pula para o teto da taverna e busca uma entrada por cima. Lá dentro as pessoas fogem assustadas com a entrada dos chineses. O velho chinês, a mulher e o gigante abrem caminho pelo meio dos chineses e param em frente a uma mesa. Ela vê Trevor, Miriam e Glades, junto com Drake e vários de seus capangas, que se preparam para enfrentar os chineses que interromperam a luta de boxe.

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A seguir: Porrada em DragonEye

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Yonaguni
A Verdade Está Lá Fora

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Bertrand acorda no meio da madrugada com uma ligação de um velho amigo pedindo socorro. Um amigo que ele não via há muitos anos, o Professor Kyojiro Kiatsu.

Com a ajuda da Fundação, ele descobre que a ligação veio de Tóquio. Bertrand, Eines e Artyom viajam até o Japão para investigar a ligação.

Tóquio

No apartamento do Professor Kiatsu descobrem sinais de luta. Dois copos e uma caneca de madeira com café indicam que havia mais alguém na casa além do Professor e de sua esposa Nancy.

Uma janela aberta e com resquícios de neve indica que alguém entrou por lá. No quarto eles descobrem sinais de que Nancy caiu de sua cama e desmaiou no chão. Enquanto isso, descobrem o celular de Kyojiro atrás do vaso sanitário.

No escritório de Kyojiro na Universidade de Tóquio, conversam com o diretor do departamento e colega de Kiatsu, o Professor Hiratasuka, que considera Kyojiro um maluco. Ele diz que o Prof. Kiatsu estava trabalhando na tradução de algumas inscrições antigas, junto com uma de suas alunas, a Srta. Mishima Mei. A biblioteca da sala de trabalho do professor é cheia de livros sobre Atlantis e o continente perdido de Mu.

De acordo com a secretária, Srta. Arita Tansho, o professor Kiatsu saiu do escritório na noite anterior com uma mestranda, a Srta. Mishima Mai.

Na sala de pesquisas do subsolo, Bertrand e Eines procuram mais pistas e descobrem um cofre por trás de um quadro do filme Vertigo. Dentro do cofre algumas fotos e um pedaço de pedra que parece ter feito parte de uma parede.

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As fotos são da Ilha de Yonaguni, no Mar da China Oriental, e mostram uma pirâmide debaixo da água. As fotos mostram também um navio mercante com a marca de uma empresa chamada Yutani Corporation. A Yutani é especializada em pesquisas genéticas e biológicas.

Uma pesquisa mostra que os japonesses estabeleceram uma base na Ilha durante a 2a Guerra, e que os aliados bombardearam a base e o porto. Existem altos índices de radiação na Ilha, incluindo mutações.

Nesse momento, o escritório é atacado por soldados vestidos com uniformes pretos e armas pesadas. Os soldados matam o professor Hiratasuka. Bertrand, Eines e Artyom conseguem derrotar cinco dos atacantes e sair antes que a polícia chegue.

De lá resolvem seguir para a Ilha de Yonaguni.

Ilha de Yonaguni
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Em Yonagune eles alugam um barco e se dirigem ao ponto em que o satélite da Fundação localizou o navio mercante da Yutani. Mergulhando, Artyom e Bertrand conseguem achar a pirâmide submersa. Dominam um trabalhador e um dos guardas e encontram o Professor Kiastsu e a Srta. Mishima Mei, em uma sala onde há o que parece ser um portal para outra dimensão.

A Yutani Corporation sequestrou o professor com o intuito de fazê-lo descobrir como abrir o portal para outra dimensão. Descobrem que a esposa do professor está prisioneira no porão do barco. Bertrand sobe para salvá-la, levando Mishima Mei, enquanto Artyom resolve atravessar o portal, junto com o professor.

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Enquanto isso, Eines não consegue achar a pirâmide e volta ao barco. Ele resolve tentar invadir o navio mercante, lançando o barco de pesca contra o navio da Yutani e escalando a amurada pelo outro bordo. Lá dentro consegue encontrar Nancy e resgatá-la, embora quase mate Bertrand que também estava tentando salvar Nancy. Eles conseguem escapar pouco antes do navio da Yutani adernar e afundar.

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Artyom atravessa o portal, junto com o Professor Kiatsu e vão parar em uma pirâmide em um lugar desértico, com salas cheias de estátuas de seres antropomorfos. Artyom descobre um grupo de homens prostados em frente a um altar onde um sacerdote entoa um cântico e se prepara para sacrificar uma mulher.

O sacerdote se vira e eles percebem que, sob o capuz, o sacerdote tem a face animalesca parecendo um leão. A visão do sacerdote e o que parece ser uma voz que diz para Artyom largar a arma e se ajoelhar, parecem afetar Artyom, mas esse se recupera a tempo e lutando com o sacerdote consegue matá-lo e retirar a mulher e o resto dos humanos do transe.

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Artyom e o Professor correm de volta para o portal e ainda conseguem ver no alto uma criatura voadora enorme sobre o deserto. Atravessam de volta para nossa realidade e desligam o portal. Uma equipe da Fundação chega para controlar a situação.

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Inimigo em Duas Eras
Episódio 1 da Segunda Temporada

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Prológo: Tempos atuais

Um grupo de estudantes universitários vai acampar em Nínive, New York, um pequeno e idílico vilarejo, às margens do Rio Susquehanna e são massacrados por um enorme animal.

Parte I – Ninive, New York

Dois Agentes da Fundação Vennick, Artyom e Garrison Eines vão investigar o massacre na floresta.

Delegacia de polícia e hospital

Foram achados seis corpos de estudantes universitários. Todos homens. A polícia local imagina que eles foram atacados por um lobo. Os corpos parecem ter sido atacados por mordidas de leão.

Foi encontrada uma sobrevivente, a jovem estudante Paris, que foi achada na estrada, perto de um carro capotado próximo ao lago. Paris diz que estava com uma amiga, e elas estavam no carro que capotou tentando fugir.

Elisha está desaparecida.

De volta ao acampamento

No Acampamento Golden Pond, Artyom e o policial Tobhias Smith investigam a cena do crime com mais calma.

Artyom vê uma mansão isolada no alto de um morro próximo, de onde o lago pode ser avistado, e o patrulheiro informa que pertence a Pamela Wingerter, neta da fundadora da cidade.

Na Biblioteca

A bibliotecária lembra que seu avô contava de um massacre de trabalhadores da ferrovia na época da Grande Depressão. Eines examina os jornais de 1930 e vê notícias sobre o massacre selvagem de seis trabalhadores da ferrovia. Dois hobos (vagabundos) foram culpados pelo massacre e pelo sumiço de uma jovem de 19 anos na mesma época. Eles foram executados pelo crime.

A bibliotecária mostra um livro “Os Casos Perdidos da Polícia de New York” e nele um capítulo fala do “Massacre em Nineveh”. De acordo com o autor, o Detetive Graham, investigador da Polícia de New York, foi entrevistado e não achava que os hobos eram culpados pelos crimes.

Tom Waters, cientista da Fundação, diz que o material nas feridas parece mais com as garras de um pássaro enorme.

Cafeteria

Artyom e Garrison conversam sobre o que descobriram. Eles acham que estão enfrentando um grifo ou um transmorfo. Eines lembra que na mitologia suméria existe uma criatura parecida com um grifo. Tom Waters liga e diz que há um caso parecido no passado da Fundação…

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Parte II – Londres, 1868

Casa de Trevor Vennick
Kane e Arthur Kingsley respondem a um chamado de Trevor Vennick. Lorde Howard Kellerman foi morto em circunstâncias misteriosas, aparentemente por um animal dentro de casa, e pede que os dois investiguem o crime.

Ele seguem para um vilarejo em Dartmoor onde o lorde tinha sua mansão.

Dartmoor, South Devon

Foram três os mortos: O Lorde Howard Kellerman, o mordomo Joseph Smith e a criada Hope. A família de Lorde Kellerman havia morrido um tempo atrás. Seu filho mais velho caíra do cavalo em uma caçada, sua esposa e a filha mais nova morreram de anemia causada por uma longa febre.

A polícia local acha que o culpado é o jardineiro da propriedade, William Adams, noivo da criada morta. E que o motivo do crime foi ciúme. A cozinheira lembra que o mordomo mandou todos irem dormir logo após servirem o jantar. Ela lembra de ter ouvido um tiro mais tarde e que Hope e o lacaio Henry desceram para o salão.

Na noite dos crimes o lacaio diz que viu de seus aposentos quando uma carruagem parou na frente da casa e alguém desceu. Os serviçais nos aposentos do terceiro andar, ouviram um tiro de espingarda. Ele conta que ao descer a escada viu o mordomo morto, decepado, no hall de entrada, e a sombra de um animal dentro da casa. Um leão. Ele entrou em pânico e subiu de volta, deixando Hope para trás.

Uma tabuleta da coleção particular de Lorde Kellerman sumiu. O lorde parece ter disparado um tiro antes de morrer com sua espingarda de caçar elefantes.

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Um livro está caído debaixo da mesa. “Nineveh e suas descobertas”. De dentro caem três desenhos e uma velha foto de um grupo de expedicionários em algum lugar remoto do que parece ser o Oriente Médio. Seis ocidentais estão marcados por números de 1 a 6 postos à caneta.

Atrás da foto com os membros da expedição, Lorde Kellerman escreveu:
Nínive, 1851
Me
Lorde Robert Lillie
Bernard Weston
Alex Rider
Charles
Christopher Lynch

Na cadeira de visita, Kane sente o cheiro de um perfume feminino. O criado se lembra de mais um detalhe: na carruagem havia um escudo gravado com a letra L.

Taverna da vila

Um velho cliente lembra de ter visto uma carruagem com o símbolo L e um cocheiro árabe estranho.

Delegacia

Kingsley diz que vai levar o suspeito William Adams para Londres
No caminho para a ferrovia ele solta William por saber que ele é inocente, mas que não tem como provar.
Ele diz que William pode procurar emprego em Londres e dá o endereço da Casa de Trevor.

De volta a Londres

Após irem a Casa de Trevor, Kane e Kingsley vão até o antiquário no Soho e entrevistam Cristopher Lynch, um dos sobrevivente da Expedição. Ele conta o que ocorreu em Nínive e como Robert Lillie foi abandonado pelos outros e entrega duas estacas de Ferro Frio que podem matar a criatura.
Descobrem que Charles está no asilo North Hill, em Devon.

Casa da família Lillie

Um serviçal árabe fala que a Srta. Lillie partiu em sua carruagem e disse que iria para Devon. Kane e Kingsley partem a cavalo atrás de Lady Lillie.

Na estrada para North Hill

Os dois cavaleiros alcançam uma carruagem na estrada escura. O cocheiro não para e
Kingsley nele. Kane emparelha com a carruagem abre a porta de passageiros e pula para dentro, caindo no colo de uma linda dama. Ela sorri e mostra dentes pontiagudos e joga Kane para fora.

Kingsley pula na carruagem e tenta derrubar o cocheiro. O árabe saca uma cimitarra.
Kane consegue montar no cavalo e saca suas duas pistolas, disparando contra a mulher. Ele acerta os dois tiros. Um dos tiros atravessa a mulher e acerta a roda da carruagem, quebrando-a.

A carruagem vira. A mulher pula em direção a Kane e tenta derrubá-lo do cavalo, mas ele se esquiva e ela cai na estrada. Ele vira para atirar nela novamente, mas então ouve um bater de asas e é atingido por uma criatura de pedra, com asas de águia e corpo de leão.

Kane consegue matar a criatura, enquanto Kingsley mata o árabe. Eles perseguem Florence Lillie até um penhasco e Kingsley, com a ajudade Kane, consegue esconjurar uma criatura de sombras que havia possuído Lady Florence Lillie. A presença da criatura afeta uma das pistolas de Kane, que falha. Com a outra, ele consegue atingir a criatura e ela se dissipa nas névoas. Lady Florence desmaia e é socorrida por Kane.

Parte III – Nínive, New York

Eles vão até o Museu da Mineração da cidade e consequem com o museológo duas picaretas feitas de ferro frio que, segundo as lendas, os mineiros usavam para se proteger de um monstro nas florestas. Também se armas com vários equipamentos da Fundação.
Mansão de Pamela Wingerter.

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Enquanto Artyom conversa com a Srta. Pamela Wingerter, bisneta da fundadora de Nínive, Eines arromba o porão e descobre uma cela onde a jovem Elisha está amarrada por correntes. Ele e Artyom acabam enfrentando Pamela Wingerter, que os ameaça, e uma criatura de pedra e sombras, uma lamassu.

Um dos equipamentos da Fundação consegue paralisar Pamela, enquanto os dois investigadores combatem a criatura usando as armas dos mineiros.

A criatura é derrotada e os dois conseguem fazer um ritual similar ao que havia resultado na expulsão da criatura em Londres, um século antes. O monstro de escuridão é expulso de Pamela. Eles fogem com Pamela e Elisha, enquanto a casa pega fogo.

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Episódio 5 - Um Conto de Natal - II
Combate à beira do Central Park

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Bloodstone chegava a frente de um prédio na beira do Central Park. As pistas que ele vinha seguindo o levavam até ali. Ele não sabia bem o porquê, mas aprendera a confiar em seus instintos. Na cobertura havia uma festa de Natal. Subindo pelo prédio ao lado e saltando para a cobertura, ele se escondeu observando a festa. Para se infiltrar, deixou suas armas e derrubou um garçom. Para sua surpresa, o garçom tinha uma pistola. Ele saiu e viu que outro dos garçons parecia mais um militar do que um garçom. Desconfiado, ele observou a festa, procurando por algo estranho que o tivesse atraído até ali.

Nesse momento viu um homem parado em um jardim de inverno, ao lado de uma mesa. O homem fumava um cigarro e olhava para o relógio, como se esperasse algo. Então viu que o homem puxou um livro de um bolo e o colocou aberto sobre a mesa, após pronunciar algumas palavras que Bloodstone não conseguiu ouvir. O homem então dirigiu-se para o meio da festa.

Bloodstone aproveitou para pegar o livro, esconder por baixo da bandeja e sair. Mas ao chegar no hall do elevador da cobertura, sentiu que o livro começava a queimar sua mão. O livro começou a se transformar em cinzas e ele o jogou embaixo de um sofá.

Um dos outros garçons o chamou e mandou ele ir até a cozinha. Lá ele viu que outros 3 garçons esperavam com armas. O que parecia o lider do grupo mandou que ele pegasse uma submetralhadora e o seguisse. Era hora de agir rapidamente, disse o sequestrador. Bloodstone aproveitou para ficar para trás e se esconder, voltando para pegar seu rifle e sua espada.

Lá fora, os outros quatro garçons mostravam suas armas e anunciavam que todos deveriam ficar em seus lugares e ninguém seria machucado, enquanto procuram por um dos convidadods no meio da festa.

Os sequestradores vão em direção a uma garota e a agarram, levando-a dali em diração a porta do elevador. Eles mandam Bill Murray e os outros agentes da Fundação se afastarem. Entram no elevador, mas são surpreeendidos quando este para, graças a uma ação de Bloodstone que conseguiu travar o elevador.


Artyom pulou no teto do elevador, abrindo a tampa de acesso superior e puxando um dos homens pela gravata, erguendo-o em direção à abertura no teto. Enquanto um dos terroristas dominava a assustada garota, os outros dois terroristas livres apontaram suas armas para o teto do elevador tentando atingir Artyom. Esse usava o terrorista que ele agarrara para impedir os outros dois de acertá-lo.

Enquanto isso, Bloodstone pulava do poço com sua espada, atravessando o terrorista. Artyom então resolveu pular para dentro do elevador e conseguiu derrubar a arma de um dos dois terroristas.

Bloodstone arrancou o fio de energia e apagou a luz do elevador. Lá dentro, tudo ficou escuro. O terceiro terrorista disparou sua arma e, mais por sorte do que por mira, acertou Artyom no braço. Bloodstone também pulou para dentro do elevador e conseguiu segurar a faca do terrorista que estava com a garota e o atravessar com o sabre. Enquanto isso Artyom conseguia fazer desmair o bandido com que se agarrara e evitar mais um tiro do último terrorista ainda em pé no elevador. Esse último Artyom imitou seu herói Chuck Norris e quebrou-lhe o pescoço como Braddock.

Bertrand, que havia conseguido dominar um outro terrorista que estava em uma van disfarçada do lado de fora do prédio, subiu pelas escadas a tempo de levar a garota para fora do prédio, enquanto Bloodstone e Artyom subiam para ver o que tinha acontecido com Eines e Kajiura.


Na cobertura, Eines e o estranho que ele identificou como Verdell brigavam no banheiro. Eines conseguiu empurrar a cabeça de Verdell contra a privada, deixando-o tonto. Aproveitou para pegar a arma e apontar na cabeça de Verdell. Esse se rendeu.

Enquanto isso, no jardim de inverno Rachel Kajiura conseguia impedir que um novo demônio invocado por Verdell surgisse, interrompendo o ritual e prendendo o demônio entre as dimensões.

Kajiura quase acerta Bloodstone quando esse sobre pelo poço do elevador, mas Artyom consegue controlar a situação. Eles levam Verdell desacordado para a van e de lá para o prédio da Fundação.

Epílogo

Artyom e Bloodstone seguem com a van para uma casa ao lado da catedral de Saint Paul que pertence à Igreja. Lá eles conversam com um bispo que informa que os “terroristas” eram agentes do Santo Ofício que estavam atrás da menina pois ela era filha de um demônio com uma humana e, por algumas profecias, poderia ser responsável pelo Apocalipse.

Em uma conversa no dia seguinte, o Bispo chega acompanhado por uma mulher que Bertrand conhecia e fazia parte da Vertigo, Melodie Spruance. Ela revela ter sido uma agente infiltrada da Inquisição e esteve observando a filha de Connie durante todo esse tempo.

Conseguem convencer o Bispo a permitir que a garota seja criada protegida pela Fundação ou pela Igreja. Ela escolhe ser protegida por Bertrand, de quem sua mãe sempre falara bem e pela Fundação.

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Episódio 5 - Um Conto de Natal
Parte I

FAO Schwartz, NY, véspera de Natal

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Artyom Lesnitsky quase conseguira comprar o boneco de Kane com seu amigo Índio, mas não esperava que uma velha senhora o derrubasse e pegasse o procurado boneco antes. A velhota se recusou a fazer uma troca. Artyom teria de arranjar um outro brinquedo para seu sobrinho. E ainda por cima, a japonesa maluca se perdera no meio da loja de brinquedos.

Por isso foi um alívio quando recebeu um chamada da Fundação para uma missão e Gaines parou na frente da loja com seu Prius para dar uma carona a ele e a Rachel, que por sorte, havia ficado entediada com os brinquedos e estava do lado de fora da loja.

O fluxo de energia que alertara os sistemas da Fundação viera de um armazém na beira do rio Hudson, no Brooklyn.


Queens

Bertrand achava que aquele seria mais um turno chato. Véspera de Natal e ele não estava com vontade de se divertir. Nem de ficar parado. Por isso se alegrou com um chamado. Um incêndio em uma casa em Oakland Hills, Bayside. Uma dos bairros residencias de classe média do Queens.

O carro de bombeiros chegou rápido ao seu destino. A casa de dois andares pegava fogo. Bertrand pulou em uma árvore e alcançou o segundo andar, entrando em um quarto de uma adolescente, pelos pôsteres na parede.

Os outros quartos também estavam vazios. Mas foi uma foto na cabeceira da cama da suíte master que deu um susto em Bertrand. Um casal sorria com uma pequena criança na frente de uma fonte no Central Park. E mesmo após tanto tempo, Bertrand reconheceu a bela morena latina sorrindo na foto… Connie.


Bertrand desceu correndo, gritando por Connie. O fogo se originava da cozinha, mas já se espalhava pela sala. Ele viu um corpo caído no meio da sala de estar. Uma mulher totalmente queimada. Na cozinha, podia ver um outro corpo queimado em meio as chamas. Esse era de um homem.

La fora, seus colegas tentavam controlar as chamas e abrir a porta. Mas haviam várias trancas do lado de dentro fechadas. Ele usou seu machado para quebrar as correntes e abriu as portas. O fogo veio em direção a porta com uma fúria inesperada. Bertrand se jogou para o lado para não ser atingido pelas labaredas que saíam. Aquilo, com aquela intensidade, não era comum.

Bertrand viu que ainda havia uma porta para o porão da casa. Enquanto seus colegas combatiam o fogo na cozinha ele desceu correndo. Lá embaixo estava escuro. Apenas uma pequena janela com grades iluminava o ambiente, misto de lavanderia, oficina de carpintaria e depósito de tralhas, incluindo livros de física e de ocultismo. Connie estudava física, Bertrand se lembrou. E tinha um certo poder místico de premonições e leitura de mãos.

Um barulho perto da máquina de lavar o assustou. Ele iluminou o local, gritando para que se alguém estivesse lá, saísse. Foi quando o telefone tocou lá encima e ele correu para atender.


O armazém estava vazio. Lá dentro um som de música era a única coisa que quebrava o silêncio. Rachel percebera a estranha energia do lugar. Algo diferente acontecera ali. Artyom entrou primeiro. Agora podiam ouvir a música… vinha de um velho rádio. Uma canção de natal tocada pelos Beatles. Artyom atirou no rádio e silenciou a música. Lá dentro, entre pratileiras cheias de grandes caixas de madeira, um pentagrama fora desenhado com sal.

Artyom e Ganes circularam o lugar. Rachel subiu em uma das fileiras de caixa para examinar melhor o interior do galpão e se assustou com o que achou ser um movimento, caindo do alto das caixas sem se machucar. No fundo havia um segundo andar, com um escritório de administração. Artyom e Gaines subiram ao escritório. Um guarda de segurança estava morto com um tiro na cabeça. O telefone estava fora do gancho. Ligando o sinal de rediscagem, Artyom ouviu alguém atender. Um bombeiro.


Depois de pegar o endereço do local com o bombeiro, eles correram para o Prius. Artyom pegou a direção e dirigiu o Prius como se fosse um carro de corrida, indo a toda velocidade em direção a casa.

Enquanto isso, Bertrand procurava pistas. Ele já fora um policial investigativo antes de se tornar um bombeiro e velhos hábitos voltavam rapidamente à forma. O corpo carbonizado da mulher fora arrastado desde a cozinha. O fogo ali na sala não teria sido suficiente para queimá-la desse jeito. Ela e o outro homem na cozinha foram assassinados, com certeza.

Nesse momento, ouviu um barulho forte vindo lá do porão. Desceu correndo, junto com dois colegas bombeiros, e viu que a grade e o vidro da pequena janela do porão estava quebrada. Sem pensar duas vezes, ele pulou pela janela, saindo no jardim a tempo de ver um vulto pular a cerca.

Bertrand saiu em perseguição ao vulto, que vestia um sobretudo velho. Passaram por três quintais antes que Bertrand conseguisse agarrar o vulto em um quintal com piscina. Os dois começaram a brigar.


Artyom viu a casa em chamas, mas também percebeu que em um quintal próximo duas figuras brigavam. Girando o volante, o russo jogou o Prius contra a baixa cerca-viva e invadiu o quintal, parando antes da piscina. O farol do carro iluminou um bombeiro lutando contra um homem de sobretudo.

Artyom e Gaines saltaram e mandaram que eles parassem. O vultou se distraiu o suficiente para que Bertrand o jogasse na água, mas ele arrastou uma cadeira de piscina que atingiu Bertrand e também o derrubou na piscina.

Quase imediatamente uma nuvem de vapor subiu, obscurecendo a visão dos outros. Artyom se lançou na água. Percebeu que a água estava quente. Ele e o bombeiro lutavam contra o vulto, que tinha uma força sobre-humana. O vulto atingiu Bertrand com um murro que fez com batesse a cabeça na borda da piscina. Artyom aproveitou a distração da criatura para atingí-la com uma faca nas costas, que ela praticamente ignorou.

Gaines e Kajiura descobriram que a criatura era um demônio do 3o Círculo Infernal chamado Niberius e que era vulnerável a raios e eletricidade. Gritaram isso para os dois homens que combatiam a criatura, que tentava sair da piscina. Bertrand pulou para fora e pegou as luzes de natal da decoração, enquanto Artyom agarrava o demônio pelo pé e o puxava de volta à piscina. Gaines ajudou Artyom a sair da água, justo quando Bertrand jogava o fio desencapado de eletricidade na piscina, dando um choque elétrico enorme na criatura. Esta ainda tentou saltar para fora da piscina, mas escorregou graças ao amuleto de aziago que Artyom havia colocado no bolso do sobretudo da criatura.

Enquanto o demônio gritava de dor, Rachel aproveitou para fazer um círculo de contenção em volta da piscina, prendendo o demônio. Derrotado, Niberius aceitou dizer o que sabia em troca de ser enviado de volta para o Inferno. Ele disse que fora convocado por um mago. A descrição do mago batia com a de Danton Verdell, antigo diretor da Vertigo, ex-militar e ex-membro da Fundação, de acordo com os detalhes que Kajiura conseguiu encontrar em arquivos secretos.

Bertrand não podia acreditar que Verdell faria isso. O demônio disse que o mago o convocou para que ele matasse a mulher e sua filha. Ele não havia encontrado a filha na casa, pois ela havia saído antes. Agora, era preciso correrem para encontrar a menina antes que Verdell percebesse que seu enviado falhara.

Continua…


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Episódio 4 - A Última Equação - Parte III
Um visita a sede da Vertigo

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O casarão que fora a sede da agência Vertigo encontrava-se abandonado e queimado por um incêndio. Beckerr, que fora retirado pelos agentes da Fundação do manicômio para ajudar nas investigações, vai até o local onde escondera o disco rígido com o programa que havia criado antes de ser preso pelos assassinatos. O disco estava semi-destruído pelo fogo. As informações provavelmente perdidas.

Artyom diz que a equação o enganou. Que ele matou inocentes em troca de promessas vazias. Kajiura começa a fazer um programa para apagar as referências à equação da internet.

A caminho do Edifício-sede da Fundação Vennick, Artyom consegue desviar de uma van que atravessa o sinal vermelho e quase o acerta. Ele vê que o motorista é um filipino. Provavelmente o estudante Norann Rudirr, que conseguira decifrar a equação graças ao email enviado por Charles Wei. A van faz uma curva e começa a persegui-los, mas o carro de Artyom é mais rápido e escapa da Van. Percebem que a equação os está afastando do prédio da Fundação.

No prédio falam com Tom, que por sorte não tinha a chave para desvendar a equação enviada por Kajiura. Tom pega o hard drive com todas as pesquisas de Nie Beckerr sobre realidade virtua, depois de todos terem uma crise de riso pois o HD tem apenas de 640 kb de memórial e diz que irá guardá-lo.

Descobrem que o estudante filipino roubou um carro da polícia e vão atrás dele. Perto do central park, Rachel usando os dados referentes ao ataque do filipinos e aos lugares onde ele encontrou o carro, vê que o próximo ponto possível para o qual ele se dirige pode ser o próprio prédio da Fundação. Artyom vira e volta, ultrapassando todos os sinais vermelhos. Conseguem chegar e vem o carro de polícia roubado em um beco lateral do prédio da Fundação. A porta de serviços lateral foi aberta usando o código de segurança. Eles correm e ouvem tiros vindos do saguão.

Lá dentro, Norann Rudirr derrubou o guarda na porta principal e feriu uma das recepcionistas, enquanto se dirige a caminho do elevador. Artyom usa um aparelho de camuflagem invisível para se aproximar do filipino e aplicar um mata-leão, imobilizando-o.

Epilógo

Anoitecer em Nova York

Tudo resolvido, todos voltam para suas casas para descansar.

Rachel olha para a tela de seu notebook e confirma a compra de uma passagem para o Japão.

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Episódio 4 - A Última Equação - Parte II
A história da equação

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Universidade de Columbia, NY

Nos aposentos de Charles Wei eles descobrem várias pistas: anotações, pesquisas relacionadas a matemática aplicada e criptografia e, escondido embaixo do colchão, um livro da biblioteca que deveria ter sido devolvido há 10 dias… Libri Pluris Admiratio – O Livro das Muitas Maravilhas – escrito por um matemático, inventor e astrológo belga no século XVI, Fascius Claudan.

No livro, Claudan conta as muitas coisas que ele aprendeu em suas viagens ao Oriente… incluindo uma equação que ele disse ter ouvido de um sábio persa… e que ele chamou de A Equação Laqueus. Uma equação capaz de responder a qualquer questão ao reduzir todos as variáveis a constantes matemáticas universais capazes de decifrar o caos universal.

De acordo com o prefácio da edição traduzida em 1920, Claudan desapareceu em Bruxelas após ter sido considerado louco pouco depois de escrever este livro. Na última página, uma ficha antiga mostra que em 2001 o livro foi retirado por Nie Beckerr.

Embora a ficha não mostre as retiradas mais antigas, acreditam que se olhassem na biblioteca descobririam que esse mesmo livro deve ter sido lido em 1931 por Vassily Sokolov, o professor de astronomia que matou 12 pessoas em um restaurante.

No computador estão os trabalhos de Charles Wei e mais informações que mostram que o estudante trabalhava em torno da resolução de problemas da matemática do caos e que começou a pesquisar equações consideradas indecifráveis.

Tentando decifrar a equação, Kajiura descobre que pode usar a chave para responder a perguntas aleatórias. Resolve fazer uma pergunta relativa a origem de sua arma, uma katana pertencente aos Kajiura, e chega a um resultado que mostra uma coordenada no Japão de um prédio, indicando também um andar e o que parece ser uma combinação de entrada.

Uma sugestão de Artyom e ela tenta descobrir onde achar mais pistas sobre a própria Equação e o resultado é a coordenada de um sanatório prisional em Nova York, um quarto e um horário no dia seguinte.

Durante a noite Kajiura começa a ler o livro de Fascius Claudian e resolver mandar a equação para a Fundação Vennick para ver se Tom Waters consegue utilizá-la para decifrar como funciona o objeto que haviam encontrado na Londres do Outro Lado.

Um email da lista mathgeeks de um estudante filipino da Universidade de Columbia, Norann Rudirr, mostra que ele acha que está resolvendo a equação. Artyom sugere que Rachel envie um novo resultado falso para confundi-lo e evitar que ele enlouqueça.

No dia seguinte eles vão à prisão e descobrem que o quarto pertence a Nie Beckerr, preso em isolamento desde 2001 e que desde aquela época não fala com ninguém e tem acessos de violência.

Mostrando o livro, descobrem que Beckerr os esperava, pois teria sido avisado pela equação. Ele diz que construiu um programa capaz de criar uma realidade virtual a partir do resultado da equação, mas que foi preso antes de poder testá-lo. A cópia estava guardada em um velho casarão pertencente ao grupo para o qual trabalhara, a Agência de Investigações Vertigo.

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Episódio 4 - A Última Equação - Parte I
Um crime misterioso

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Artyom Lesnitsky e Rachel Kajiura estão na estrada em direção à pequena cidade de Alliance, em New Jersey, para investigar um assassinato em massa. O assissino, Charles Wei, um estudante de pós-graduação do Instituto de Matemática Aplicada da Universide de Colúmbia acabou de matar oito pessoas de uma mesma família, antes de ser morto por policiais.

O que chamou a atenção da Fundação para o caso foi que nas paredes da sala ele escreveu em sangue uma sequencia de números, de acordo com as informações policiais. Enquanto Artyom dirige pelas estradas rurais de New Jersey, Rachel olha as fotos de dois outros casos similares:

Em 2001, de acordo com a cópia de um relatório policial, um jovem calouro da Universidade de Columbia e gênio da informática, Nier Beckerr, foi preso após matar 7 pessoas em uma lanchonete em Nova York. Nas fotos, outros números escritos na parede da lanchonete.

Em 1931, Vassily Sokolov, um imigrante russo e professor de Astronomia da Universidade de Columbia matou 12 pessoas em um restaurante do Brooklyn, de acordo com um livro de investigação chamado “Os Arquivos Perdidos da Polícia de Nova York”. Nas fotos em preto e branco também podem ser vistos mais números escritos na parede por trás do balcão.

Os números em cada um dos casos não eram os mesmos, mas pareeciam ter derivado da mesma fórmula matemática. O fato em comum a todos os assassinos é que eles estavam ligados à Universidade de Columbia.

Os oito membros da família Ridgeway foram mortos por tiros de escopeta. Um dos filhos foi morto no jardim tentando fugir. Os outros membros foram mortos na sala ou na cozinha. Um dos tiros acertou o fogão e deixou gravado o horário do crime: 2:28:13 PM.

Na casa, descobrem que a escopeta não pertencia ao estudante e que está registrada para o Departamento de Segurança da Universidade de Colúmbia e que Wei comprou uma caixa de cartuchos no caminho para Alliance.

O assassino foi morto por três tiros dados pela primeira patrulha policial que chegou ao local do crime.

Descobrem que os números na parede indicam uma localizão de coordenada geográfica que aponta para a casa onde a família Ridgeway foi morta. No gps do smartphone de Charles Wei o último endereço indicado foi justamente às cordenadas que o levaram de Nova York até a casa.

Artyom chega à conclusão de que a família foi morta pois construiu a casa no lugar errado.

A análise da câmara de segurança da rua mostra que o assassino chegou de carro, estacionou, esperou por alguns minutos, saltou do carro, tirou a escopeta do porta-malas, se dirigiu até a casa, tocou a companhia e quando foi atendido começou a matança imediatamente.

Nos bolsos do estudante estão um recibo da loja de armas referente a munição comprada naquela manhã, um chaveiro com uma chave escrita “John Jay Hill, 618”, uma carteira com algum dinheiro e um smartphone.

Na agenda do smartphone constam alguns telefones da família e de pessoas em Nova York. O estudante participava de uma lista chamada mathgeeks@gmail.com e na véspera do crime enviou um e-mail para a lista comunicando que conseguira decifrar a Equação Laqueus e enviando o que seria a chave para decifrá-la.

Artyom e Kajiura resolvem voltar para Nova York para investigar a Universidade de Columbia.


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Episódio 3 - Viva Las Vegas - Parte III
... Fica em Vegas

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Interrogatório no Deserto

Eles se lembram que no dia anterior, depois de pegarem o falso-Elvis mafioso, eles foram até o deserto para interrogá-lo e conseguir a entrada para disputar a partida classificatória para a final do campeonato de poker que daria o título de Rei de Vegas.

Carlos entra em um armazém e acha uma motoserra, usando-a para ameaçar o mafioso. Artyom arranca o dedo do falso-Elvis e esse finalmente entrega o convite para o jogo. Carlos liga a motoserra e sorri para o mafioso. Artyom entra no carro, Rachel sem saber o que fazer guarda o dedo ensanquentado no espelho retrovisor e, por fim, Carlos entra no carro depois de jogar a motossera ensaguentada no porta-malas.

Dali eles partem para o Circus Circus para jogar o jogo eliminatório.

Hell´s Striper Club

No presente, Rachel examina foruns na internet e descobre que em sites religiosos e de conspirações existem várias menções a perdição e a dêmonios e succubus nos clubes de strippers de Vegas. Resolvem que podem tentar achar uma pista por lá e talvez conseguir alguma ajuda dos demônios se devolverem a criança.

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Na rua dos bares de stripers, vêm um local chamado Casa Diablo e acham que é um bom ponto para encontrar os responsáveis pela criança.

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Lá descobrem que o Lorde Demônio escapou do ataque dos vampiros e devolvem o bêbe.

Descobrem que os mexicanos que seguiam eles na represa e que dizem estar com Eines são seguidores da serpente Quetzalcóatl. Os dêmonios dizem que irão ajudá-los fornecendo ajuda para o encontro com os mexicanos.

De volta ao Hotel Luxor

Descobrem que o dragão é manso. Após Rachel quase cair do dragão, Carlos consegue montá-lo e parte para o Café Diablo.

Café Diablo

Os mexicanos querem fazer a troca no Bar Diablo. Na chegada, combinam com um grupo de demônios que eles irão entrar assim que ouvirem qualquer tiro dentro do café.

Após passarem por dois seguranças na entrada, Artyom e Rachel entram em um salão em que está o líder da seita e dois capangas. Um terceiro capanga traz um homem negro com um saco na cabeça, fantasiado de Nick Fury. Ao retirar o saco, eles percebem que os mexicanos pegaram o homem errado.

Enfurecido, o líder mata o réfem desconhecido e um tiroteio começa. Artyom puxa a espada e corta ao meio a cabeça do líder da seita. Ele entra em luta com os outros dois capangas. Carlos desce com o dragão, mas após derrubar dois mexicanos no teto do restaurante, é atacado por uma serpente emplumada. Os demônios invadem o Café Diablo, trocando tiros com outros mexicanos e dando cobertura a fuga de Artyom e Rachel.

Carlos voa e é interceptado por um enorme dragão que Merlim está montando. Ele diz que quer seu dragão de volta e que tirou a memória de Eines e o deixou na Comic Con.

Carlos devolve o dragão de Merlin e vai atrás de Eines. Ele o encontra jogando Magic com outros nerds fantasiados e ao vê-lo, a maldição de Merlin passa.

O Princípe-Demônio oferece um presente a Rachel por ter salvo sua cria… a habilidade de jogar poker retirada da alma de um pecador.

Camelot e a Távola Redonda

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Na entrada do Hotel Excalibur, Artyom e Rachel vêm que existe uma enorme pedra em que está faltando algo… uma espada. Artyom houve um comentário de dois turistas: “Ontem, alguns vândalos roubaram a espada que ficava na entrada do Cassino”.

Rapidamente, Artyom puxa Excalibur de suas costas e a encaixa novamente na pedra, para assombro dos turistas.

Ele e Rachel entram no cassino. Na entrada, dois recepcionistas, fantasiados de Cavaleiros da Távalo Redonda, curvam-se para Artyom:

“Majestade! Bem-vindo de volta!”.

Artyom pergunta por Merlin e pelo jogo de cartas e um dos cavaleiros responde:

“Na Torre Central, Majestade”.

Na Torre central, em uma mesa redonda de poker já estão seis jogadores para a final.

Eles identificam o Lorde dos Vampiros, um conhecido membro da Igreja dos Arcanjos da Desconstrução, um francês que Rachel reconhece como Damodar Cullion e um homem parecido com Elvis que se apresenta como Lucky Jackson, além de dois famosos milionários.

Existe uma cadeira vazia que Rachel ocupa. Com todos os finalistas presentes, o jogo final começa.

Enquanto isso, Carlos chega trazendo Garrison Eines.

Após tensas rodadas, Elvis é o vencedor do jogo.

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Ele sorri, pega as fichas na mesa e o cetro real e ao sair dá uma risada que faz Rachel estremecer e Artyom ver que se trata do mesmo Coringa que eles encontraram na Comic Con.


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Episódio 03 - Viva Las vegas - Parte II
Parte II - O que acontece em Vegas...

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A Represa Hoover

Na represa Hoover, Rachel Kajiura acessa as imagens das cameras de segurança do dia anterior e eles vêem que os quatro chegaram no carro de Artyom e levaram a maleta de dinheiro que receberam da Fundação até o meio da represa. Lá a camera não funcionou e não registrou imagens. Na volta eles voltaram com outra maleta igual a que estavam carregando agora com as fichas do Circus Circus. E olhando os vídeos, percebem que estavam sendo seguidos por dois mexicanos.

Rachel sugere irem até o ponto onde as imagens das câmeras falharam e ver se encontram alguma outra pista. Lá, enquanto Carlos e Artyom vigiam, ela nota que o ambiente é mais estranho, como se a barreira que liga a realidade fosse mais fina nesse ponto.

Enquanto examinam o local em que a camera de segurança não funcionou, no meio da passarela da represa, Carlos e Artyom percebem que alguns funcionários da represa estão se aproximando e olhando para eles de forma suspeita.

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Os funcionários sacam uzis e atiram, mas eles conseguem escapar se jogando pelo lado inclinado da represa e descendo até o nível inferior, escapando de bote. Na fuga, Artyom derruba um dos atacantes e percebe que ele é um italiano e que tem um pacote de fósforos de um restaurante italiano em Vegas.

Comic Con Las Vegas – Las Vegas Convention Center

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Na Comic Con reencontram o capitão américa, agora fantasiado de um dos 300 de esparta. Ele lembra que na noite do dia anterior encontrou os quatro na Comic Con e que eles pediram emprestado a fantasia de Capitão América e de princesa Leia para ele e a sua namorada. E que brigaram com uns stormtroopers, mencionaram uma festa a fantasia no 30a andar do Westgate Las Vegas e que estavam atrás de Darth Vader para poder encontrar Elvis. Ainda lembra que passaram um tempão conversando com O Coringa perto do bar da convenção.

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Eles encontram novamente o Coringa no mesmo bar. Enquanto bebem com o Coringa, esse diz que pode atender um pedido de informação de cada um deles. Eles conversam e lembram que ainda estavam com Gaines na noite anterior quando foram atrás da festa particular na suíte de Elvis. Rachel fica assustada com o Coringa e sua risada.


A menção a festa à fantasia traz novas lembranças. Os 4 subindo em um elevador exclusivo: Artyom disfarçado de Darth Vader, Eines de Capitão América, Rachel de Princesa Leia escrava e Carlos de Cavaleiro Jedi. Eles entram na festa, na suíte que antigamente fora de Elvis Presley na década de 70, e se separam buscando informações sobre Elvis. Vêem Elvis está conversando com um homem fantasiado de demônio.
Eles se lembram que estavam ali para conseguir o ingresso para a eliminatória do campeonato de poker que seria no Circus Circus. E que esse ingresso estava com o chefe mafioso italiano disfarçado de Elvis que conversava com o demônio. Aproveitando, a deixa, quando o homem fantasiado de demônio se afasta em busca de suas “esposas”, Artyom e Rachel enganam o mafioso Elvis e o desacordam. Enquanto Artyom leva Elvis para a garagem, Rachel vai chamar os outros para irem embora.
Enquanto isso, Carlos conversava com duas mulheres fantasiadas de succubus que o levaram até um quarto. Enquanto elas o agarravam, uma batida na porta faz com que uma delas diga que é o marido delas e que Carlos tem de se esconder. Carlos se esconde no banheiro e vê o homem fantasiado de demônio entrar e discutir com as duas. Nessa hora percebe que tem um bêbe também fantasiado de demônio que ameaça começar a chorar. Ele tenta acalmar o bêbe para não atrair atenção.
Nesse instante cinco homens engravatados com óculos escuros entram na festa, sacam revolveres e atacam os stormtroopers, enquanto invadem o quarto, atirando no demônio e suas mulheres. Carlos foge pela janela com o bêbe e entra no quarto seguinte. Ele mexe em sua fantasia tentando deixá-la parecida com a de um padre e sai correndo da suíte em meio ao tiroteio. Ele e Rachel descem correndo pelas escadas de incêndio, perseguidos por uma atacante. Quanto Carlos Santamaria briga com o perseguidor percebe que ele é um vampiro. Ele mata o vampiro com um tiro de escopeta na cabeça e pega a colt 45 que o vampiro carregava. Percebe que a colt tem balas de prata.
No estacionamento, outro vampiro tenta atacá-los, mas é atingido pelo escudo do Capitão América que Gaines levava. Pelo telefone, Gaines manda que eles fujam e diz para se encontrarem depois na Casa Mal-Assombrada.
Eles conseguem fugir de carro.


De volta ao presente resolvem interrogar Elvis e também descobrir onde os demônios estariam para poder devolver o bêbe.

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